Com o seu nome, o seu ícone, as suas cores e o seu domínio, ele lembra cada remédio, recebe o exame antes da consulta e confirma o retorno em um toque — sem sobrecarregar a sua equipe.
Ícone, cor e domínio da clínica. O paciente instala o aplicativo dela, não o de um fornecedor.
Push, e WhatsApp quando o push falha — com registro de entrega de cada tentativa. O sistema nunca acha que avisou.
Metade de uma consulta por mês, para a clínica inteira. Não multiplica por profissional.
E o resto do atendimento está espalhado do mesmo jeito: a receita no bloco de papel, o pós-operatório no WhatsApp pessoal, a confirmação numa ligação que alguém tinha que fazer.
Seis passos levam o paciente da consulta ao pós-operatório sem ninguém sair do sistema para mandar mensagem, ligar ou procurar arquivo.
A foto anterior entra sobreposta como guia, e a vista fica registrada em cada uma. É o que faz pré de frente comparar com pós de frente, e não com um perfil.
As duas ficam lado a lado, cada uma com a sua data. Quem junta é o sistema — nada é montado num arquivo só, e nada sai do prontuário para isso.
O PDF é assinado com o seu certificado ICP-Brasil, na sua máquina. A senha e o certificado não passam pelo servidor, e a farmácia confere numa página aberta.
Os horários da própria receita viram aviso no telefone do paciente, com confirmação de cada dose. A adesão deixa de ser suposição.
Check-in de D+1, D+7 e D+30, gerado do procedimento: sangramento e febre precoce, infecção e deiscência, resultado inicial. Ele responde, você vê.
O retorno é avisado na véspera e confirmado com um toque, sem abrir aplicativo nenhum e sem ninguém do balcão ligar.
O paciente instala o ícone da sua clínica, com o seu nome e a sua cor, no seu domínio. Ele não entra num aplicativo com a marca de um fornecedor — e você não divide a sua vitrine com nenhum concorrente.
Pré, intra e pós no mesmo lugar, com a vista registrada — para as fotos compararem de verdade, e não um perfil contra uma frontal. EXIF removido antes de subir.
Certificado ICP-Brasil em arquivo ou em nuvem, validável por qualquer farmácia numa página pública — sem instalar nada do nosso lado.
O paciente confirma pelo link do aviso, sem abrir aplicativo nenhum. Cadeira vazia é o custo que ninguém lança na planilha.
Push, e WhatsApp quando o push falha — com registro de entrega de cada tentativa. O sistema nunca acha que avisou.
A foto só vai para a divulgação com autorização vigente, conferida toda vez que a página é servida. Revogou, sai do ar no mesmo instante.
Do painel que a recepção abre às oito à tela que o paciente tem no bolso — e, no meio, a parte que nenhum caderno faz: fotografar com a foto anterior sobreposta, para a comparação ser comparação.

Histórico, receitas com o número do SNCR, adesão ao tratamento e consentimentos — sem abrir cinco abas para montar o quadro do paciente.

As duas fotos ficam separadas no prontuário, cada uma com a sua vista e a sua data — é o sistema que as põe lado a lado. Pré de frente compara com pós de frente; sem a vista registrada, a comparação é diferença de ângulo.
O PDF é montado e assinado aí, na sua máquina; o que sobe para nós já vai assinado. Sua senha e o seu certificado nunca passam pelo servidor — e o número do SNCR entra antes da assinatura, porque documento assinado é imutável.

Uma página aberta, a chave impressa no rodapé da receita ou o QR code, e o veredito. Nada para instalar, nada para cadastrar — e o nome do paciente aparece parcialmente oculto de propósito: a chave sozinha não deve revelar quem se consultou onde.

É a diferença entre guardar imagem e guardar registro clínico — e é onde um aplicativo de fotos não consegue chegar, porque não é disso que ele trata.
Toda imagem clínica sai por link assinado de cinco minutos, emitido depois de o servidor conferir a sua permissão. Não existe URL de foto que sobreviva a um copiar e colar — e o EXIF é removido antes de a imagem subir.
Cada leitura de evolução e de mídia clínica grava um evento de auditoria, por gatilho no banco. Não é um log que alguém lembra de escrever: é uma linha que não tem como não existir.
Evolução clínica é append-only. Correção entra como adendo retificador, com autor e data, e documento assinado se corrige por documento retificador. É o que a fiscalização espera encontrar.
A autorização de imagem tem escopo — prontuário, ensino, divulgação — e é conferida toda vez que a foto é servida, não na hora em que você a escolheu. Paciente que revoga sai do ar no mesmo instante.
A parte incômoda está nas dúvidas, escrita com todas as letras: o que ainda não dá para emitir eletronicamente, e onde os arquivos ficam. Ler antes de assinar.
O que muda de uma página para outra é o enquadramento, não a promessa: a mesma linha do tempo de fotos serve o pós-operatório e a evolução de uma ferida.
Não é tabela de plano: é o seu preço dividido por dois. Se a clínica tem cinco cirurgiões, continua sendo metade de uma consulta — não multiplica.
Metadede uma consulta, por mês
| Se a sua consulta custa | Você paga por mês |
|---|---|
| R$ 300,00 | R$ 150,00 |
| R$ 500,00 | R$ 250,00 |
| R$ 800,00 | R$ 400,00 |
Sim, e ele tem de ser seu: um e-CPF ICP-Brasil, em arquivo ou em nuvem. O sistema confere que o CPF do certificado é o mesmo do profissional que está prescrevendo, e recusa se não for — receita é ato médico, e não existe assinatura "da clínica".
A partir de 30/09/2026 toda receita controlada eletrônica precisa passar pelo SNCR da Anvisa, e a integração está construída — faixa de numeração, reserva do número antes da assinatura, e recusa se o número não tiver saído do SNCR. O que ainda não aconteceu é a homologação com a Anvisa, que depende de um médico habilitado entrar com o gov.br dele. Até lá, controlado continua no papel. Notificação de Receita A e B seguem em papel de qualquer forma: a Anvisa não liberou a emissão eletrônica delas.
Em armazenamento privado da Cloudflare, com acesso só por link assinado de cinco minutos emitido depois de o servidor conferir a sua permissão. Sendo direto sobre a parte incômoda: a Cloudflare não oferece jurisdição Brasil, então o arquivo pode estar fora do país. Se a sua clínica tem exigência contratual de dado em território nacional, fale com a gente antes de assinar — não vamos dizer que sim para fechar.
Você exporta o prontuário inteiro quando quiser, em FHIR — paciente, atendimento, prescrição e documentos —, e o próprio paciente também pode exportar o dele, que é direito da LGPD. A exportação não depende de pedir nada a ninguém.
Hoje não. Não existe importação de outro sistema nem de planilha, e dizer que existe seria prometer o trabalho mais chato da mudança. O caminho real é começar pelos pacientes novos e pelos que voltam, com o histórico antigo onde está.
Só as que têm consentimento de imagem com escopo de divulgação vigente, e a conferência acontece toda vez que a página é servida — não na hora em que você escolheu a foto. Paciente que revoga sai do ar no mesmo instante, sem ninguém precisar lembrar de editar.
A cobrança automática ainda não está no ar — então “assinar” aqui é deixar contato, e nós ligamos. Nenhum cartão, nenhuma cobrança.
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